Mapa estelar personalizado — Signo de Escorpião
Escorpião é uma das constelações mais espetaculares do zodíaco, dominada por Antares, uma supergigante vermelha cujo brilho avermelhado evoca o coração pulsante do escorpião. Ofereça a um nativo de Escorpião um mapa estelar que imortaliza as estrelas que brilhavam no momento do seu nascimento ou de uma ocasião intensa — um presente tão profundo e magnético como este signo de água governado por Marte e Plutão.
Nascido sob o signo de Escorpião, esta pessoa carrega a força das profundezas em si. Ofereça-lhe um mapa estelar que captura as estrelas que velavam sobre um momento decisivo da sua vida. Um presente que honra a intensidade das suas emoções e a força da sua vontade, impresso sob o brilho vermelho de Antares.
Estrelas principais
Antares
Alfa Scorpii, o «coração do Escorpião» (magnitude 1,1). Esta supergigante vermelha é uma das maiores estrelas conhecidas — o seu diâmetro ultrapassa 700 vezes o do Sol. Situada a cerca de 550 anos-luz, o seu nome grego significa «o rival de Ares», porque o seu brilho avermelhado rivalizava com o do planeta Marte. Está envolvida por uma nebulosa de reflexão que a drapa num halo dourado.
Shaula
Lambda Scorpii, o «ferrão» do Escorpião (magnitude 1,6). Segunda estrela mais brilhante da constelação, marca a ponta da cauda curvada. O seu nome árabe significa «o ferrão levantado». É na verdade um sistema estelar triplo a cerca de 570 anos-luz, cuja luminosidade combinada ultrapassa 36.000 vezes a do Sol.
Graffias
Beta Scorpii (magnitude 2,6), uma estrela múltipla espetacular a cerca de 400 anos-luz. O seu nome significa «as pinças» em grego. É um sistema de seis estrelas gravitacionalmente ligadas, cujo par principal é facilmente separável com um pequeno telescópio — um alvo precioso para astrónomos amadores e uma joia escondida no topo do Escorpião.
Mitologia
Na mitologia grega, o Escorpião é a criatura enviada por Gaia — ou, segundo outros relatos, por Ártemis — para matar o caçador Orion, cuja arrogância ameaçava a ordem natural. Orion gabava-se de poder exterminar todas as feras da Terra. A deusa da Terra, ultrajada, fez surgir do solo um escorpião colossal cujo ferrão venenoso abateu o gigante.
Zeus, impressionado pela ferocidade do combate, colocou ambos os adversários em lados opostos do céu: quando o Escorpião nasce a leste, Orion desaparece no horizonte ocidental, condenado a fugir eternamente da criatura que o derrotou. Esta disposição celeste, observável todas as noites, é uma das mais antigas narrativas astronómicas transmitidas pelas civilizações mediterrânicas.
O Escorpião é uma das poucas constelações cuja forma lembra genuinamente o animal que representa: uma longa curva de estrelas desenha o corpo, a cauda arqueada e o ferrão, enquanto Antares — «o rival de Ares (Marte)» — brilha de um vermelho profundo no seu coração, como uma ferida incandescente. Os sumérios já lhe chamavam GIR.TAB, o escorpião, há mais de 5.000 anos, prova da fascinação universal que esta constelação formidável exerce sobre a imaginação humana.
Quando observar
A constelação de Escorpião é visível no hemisfério norte de maio a setembro, culminando em julho e agosto. Permanece baixa no horizonte sul nas latitudes europeias, o que torna Antares ainda mais impressionante com o seu brilho avermelhado. Procure a longa curva de estrelas que desenha o corpo e a cauda arqueada, a sul da Balança e a oeste do Sagitário.